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O termo startup surgiu no Vale do Silício, região da Califórnia especializada em alta tecnologia e inovação. Elas ficaram conhecidas no mundo inteiro principalmente durante a “bolha ponto com” – quando a popularização da internet do final da década de 1990 impulsionou a criação de inúmeras “empresas.com”.

Este cenário também contribuiu para uma grande movimentação de empresas ligadas à internet na Bolsa de Valores, fato que atraiu atenção de investidores. O boom se deu porque boa parte deles teve resultados expressivos ao aplicar em ações desse ramo.

Mas afinal, o que é uma startup? De forma clara podemos dizer que startup é o modelo de negócio que busca resolver soluções novas para problemas já conhecidos. Ou seja, por meio de uma ideia inovadora, startup é a empresa que se propõe a resolver dores antigas dos consumidores.

Quando falamos em “ideia inovadora”, não estamos limitando as startups a empresas que tem como base a tecnologia ou soluções digitais. Para ser enquadrada como uma startup a empresa precisa ter características particulares.

Além do modelo inovador, é preciso que ela seja escalável. Mas cuidado… Nem toda nova empresa é uma startup e nem toda startup será assim para sempre. Para exemplificar, vamos usar como exemplo uma padaria que abriu as portas recentemente. Por mais inovador que ela seja, não é uma startup.

“Vender pães” é um negócio tradicional e com viabilidade comprovada. Startups precisam ter uma proposta que ainda não foi testada no mercado e que, por isso, não se consegue prever se irá vingar. Por outro lado, uma empresa inovadora que já consolidou seu modelo de negócios não pode mais ser chamada assim.

Segundo dados divulgados pela StartupBase, o Brasil conta atualmente com 13.957 startups, distribuídas em 701 cidades. O estado de São Paulo lidera o ranking de empresas inovadoras, com 4.016. Minas Gerais vem na sequência, com 1.239 startups. O Rio Grande do Sul está em terceiro lugar no ranking, com 960 unidades inovadoras.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Ainda de acordo com informações da StartupBase47,71% das startup estão desenvolvendo soluções inovadoras para resolver problemas de empresas B2B. Outros dois públicos alvos que aparecem com destaque na pesquisa são o B2B2C, com 29,29% e o B2C, com 18.98%.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Em relação a modelos de negócio, a maior fatia do mercado é dominado pelo formato Software as a Service, ou SaaS, que nada mais é do que uma forma de disponibilizar soluções tecnológicas como um serviço. Sem a necessidade de instalação, o acesso à produtos SaaS é fácil e simples: o usuário só precisa estar conectado a internet.

Soluções SaaS aparecem em primeiro lugar no ranking, sendo responsáveis por 41,26% dos produtos das startups brasileiras. Na sequência aparecem os Markertplaces, com 19,08%. Os e-commerces vem em seguida, e representam 7,05% das inovações de mercado. Acompanhem outros modelos de negócio no gráfico abaixo.

O conceito

Startup se trata de uma empresa em fase inicial que tem uma proposta de negócio inovadora e com grande potencial de crescimento. Elas podem atuar em qualquer área ou tipo de mercado e, normalmente, utilizam a tecnologia como base. As startups se destacam por três fatores principais: inovaçãoescalabilidade e flexibilidade.

De forma sucinta, pode-se afirmar que startups surgem de um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócio escalável e que trabalham em condições de incerteza. Ser escalável significa crescimento rápido e pouca influência no modelo de negócios. Ou seja, crescer em receita, mas com baixo custo.

Além de escalável uma startup precisa ser flexível e rápida. Em razão de sua característica inovadora, do ambiente incerto e altamente competitivo, as startups devem ser capazes de atender e se adaptarem rapidamente à demandas do mercado. Geralmente tem estruturas enxutas, com equipes autônomas, formadas por poucas pessoas.

Negócio escalável é aquele que consegue crescer sem aumentar seus custos proporcionalmente. Ou seja, é a capacidade da empresa de ampliar seu faturamento em um ritmo muito maior do que as despesas, como custos com funcionários, matérias-primas, aluguéis e produção.

Um exemplo são as gigantes Facebook e Google – que começaram como startups, e hoje são empresas de referência no mercado. No entanto, eles ainda mantém algo essencial para os negócios atuais: uma cultura de inovação contínua, algo muito comum às startups.

Incubadoras e aceleradoras dão suporte à startups

Várias empresas e organizações podem auxiliar no desenvolvimento de um de negócio inovador. As duas principais são as incubadoras e as aceleradoras. Mesmo sendo muito semelhantes, as duas possuem diferenças muito pontuais. Acompanhe abaixo:

  1. Incubadoras – Programas ligados a instituições de ensino ou a organizações sem fins lucrativos, comumente são geridas por entidades públicas ou privadas, que buscam ajudar novas empresas a atingirem o sucesso. Elas auxiliam proporcionando espaço físico colaborativo para trabalhar, frequentemente colocando-as em contato com outras startups.
  2. Aceleradoras – Procuram fazer alianças curtas com startups que já estão a poucos passos de atingirem o famoso “break even”, estado em que começam a ficar lucrativas.
Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.
Com DNA jovem e modelo de negócio promissor, startups precisam de investimentos para decolarem

Investidor-anjo

Começar uma startup é o sonho da maioria das pessoas que empreendem, muitas vezes inspiradas pela história de empresas que se transformaram em gigantes que hoje valem bilhões de dólares. Com DNA jovem e modelo de negócio promissor, as startups precisam de alguém que acredite e queira investir dinheiro no negócio.

investidor-anjo é a pessoa que investe em projetos iniciantes que tenham alto potencial de crescimento, em troca de uma participação minoritária na empresa. Além de fornecer o capital necessário para a empresa começar, o investidor-anjo também funciona como uma espécie de mentor. Ele dá conselhos e conecta os empreendedores com sua rede de relacionamento.

Mas, para ingressar no universo das startups, não basta ter uma grande ideia. É preciso trabalhar duro, conhecer o cliente a fundo e ter coragem para correr riscos em busca de sonhos ambiciosos. O jeito mais eficiente para saber se uma ideia tem futuro é testá-la diretamente com seus potenciais clientes.

Para isso, é preciso desenvolver e lançar um piloto da sua solução no mercado, que seria uma versão básica da startup, também conhecida como Mínimo Produto Viável. O MVP permite aos empreendedores uma visão geral do produto e do mercado que vão enfrentar.

Cada vez mais as pessoas tem se interessado em trabalhar no seu próprio negócio. Seja no Brasil ou no exterior, seguir o caminho do empreendedorismo virou o objetivo de vida de muita gente, o que torna o cenário propício para a criação de startups.

Modelo de negócio

De fato, empreender virou o sonho de muita gente. É bom deixar claro aqui que nem toda startup é uma empresa dependente da internet e da tecnologia. Elas são mais frequentes na internet, e isso não podemos negar, porque é bem mais barato e facilmente propagável criar uma empresa online do que uma de agronegócio, por exemplo.

Isso não quer dizer que não podemos citar empresas empreendedoras em outros ramos. Um exemplo é o Rural Pago, plataforma de pagamento e recebimento exclusiva do Buscar Rural. Com taxa de cobrança baixa se comparada com as demais já aplicadas no mercado, a fintech Rural Pago oferece mais garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários.

Antes de mais nada, modelo de negócios é diferente de plano de negócios, que foca em estratégias detalhadas para atingir metas. No modelo de negócios utilizado por startups, o foco não é necessariamente no produto, mas no valor e, consequentemente, na rentabilidade. Em outras palavras, como seu negócio vai conseguir solucionar a dor do cliente de forma lucrativa.

Muitas vezes, o desafio do modelo de negócios de startups é criar uma solução inovadora que solucione problemas ou adaptar um modelo de negócios para uma área onde não é comumente aplicado. Muitas empresas inovadoras também optam por criar um modelo totalmente novo.

Sem capital de giro, é muito difícil persistir na busca por um modelo de negócios que comece a gerar lucro e se sustente. O ideal é o negócio sobreviver até a comprovação de que o modelo existe e sua receita comece a crescer. Caso contrário, será necessário uma injeção de investimentos para que se torne uma empresa que se pague.

Startups não nascem para se perpetuarem como startup. O objetivo principal é desenvolver uma forma inovadora de resolver problemas e se transformar em uma empresa. Eric Ries, autor do best-seller “A Startup Enxuta“, desenvolveu uma metodologia para aumentar as chances de sucesso das startups. O conceito tem como origem a filosofia de gestão do Sistema Toyota de Produção e sua base está em melhoria contínua e desenvolvimento sem desperdício.

Apesar de startups serem altamente arriscadas, podemos aumentar as chances de sucesso ao utilizar metodologias Enxutas, que possuem foco em testar de forma rápida e barata as hipóteses de uma startup. Na linguagem dos que estão inseridos nesse meio, é o famoso “errar rápido e corrigir barato”.

Corporate venture

O fenômeno denominado corporate venture, ou empreendedorismo corporativo, consiste no interesse crescente das grandes corporações em investir em startups, pois a prática tem se mostrado lucrativa. Conforme levantamento da pesquisadora Carolina Stocche, feito em parceria com ex-alunos de Harvard, a primeira onda brasileira do empreendedorismo corporativo busca acelerar startups em prol da inovação e retorno financeiro.

A pesquisa revelou ainda que empresas enxergam as startups como laboratórios de inovação, capazes de trazer soluções rápidas, rentabilidade, rejuvenescimento e ainda agregar valor à marca da empresa investidora. Outro dado interessante é o valor dos investimentos em empresas inovadoras: R$984 milhões somente em 2017, segundo a organização Anjos do Brasil.

Investidores-anjo enxergam nas startups um universo fascinante de crescimento financeiro, tecnologias disruptivas e talentos excepcionais. Por acreditarem no potencial humano e no desenvolvimento da nova economia, optam por investimento de alto risco. Sem contar os que almejam incluir suas empresas no incrível ecossistema de inovação das startups, enquanto incorporam jovens talentos de alta performance e seus insights valiosos.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.
Para inovar não é preciso reinventar a roda basta ser inovador e pensar “fora da caixa”

Ideias inovadoras

Para inovar não é preciso reinventar a roda ou criar algo totalmente do zero. Basta que você pegue algo que já funciona, deixe ainda melhor e apresente de uma forma diferente. Se você deseja abrir um negócio, seja inovador, pense “fora da caixa”.

Para que fique ainda mais visível, basta pegar o Google como exemplo. Antigamente, quando as pessoas queriam saber de algo, elas recorriam aos jornais, Tvs, livros e, foi pensando nisso, que o site de buscas surgiu com a missão de “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”.

Perceba que a intensão do negócio é o mesmo: levar informação. Mas o modo como é feito deixa tudo diferente e o objetivo é sempre com o foco voltado para a experiência do usuário. Como já dito em artigos anteriores, o foco sempre deve estar voltado para o cliente e na melhoria da sua experiência.

É importante ter em mente que todo empreendedor de empresa inovadora de alto potencial de crescimento precisa ter algumas estratégias de saídas bem definidas, planejadas e monitoradas. Isto também implica estar atento em que momento vale à pena continuar o desenvolvimento do negócio ou se chegou a hora de vendê-lo para investidores ou parceiros estratégicos.

Alerta de spoiler…

Como o assunto aqui é inovação, vou apresentar a vocês, em primeira mão, a evolução do TagChat, o SuperAvatar. Para não ficar por fora dos avanços da tecnologia, já sabe, siga o Tag Chat nas redes sociais e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

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